O congresso nacional está em discussão avançada no que se refere às cotas para negros e índios nas universidades brasileiras. Sabem bem eles (deputados e senadores) que isso também e discriminação, pois dessa maneira não vão resolver o problema, e sim, criar um outro. Aprovar projetos para uma raça em detrimento de outra, é no mínimo falta do que fazer e querer jogar para platéia.
Por que eles não aprovam projetos de melhoria do ensino público? O grande problema do Brasil é não ter a educação como prioridade. Prioridade para o governo brasileiro são as politicagens rasteiras, mesquinhas e medíocres, onde não só negro e índio, como também brancos são entregues a própria sorte, no que se refere ao ensino elementar, a base para um bom ensino superior.
Vejamos então, o quanto à educação é fundamental para uma sociedade, pois se as próprias instituições de ensino do governo cumprisse a sua verdadeira função social de educar e conscientizar o negro, o índio e outras etnias, de que eles são iguais ou superiores aos brancos, e que podem ocupar as mesmas vagas nas universidades, os mesmos postos de trabalho e ganhar os mesmos salários, isso em nenhum momento é dito para eles, nem em forma de elevar a alta estima nas instituições oficiais as quais estão matriculados.
No entanto, isso se faz necessário, pois o Brasil já mais poderá exercer essa política educacional que vem exercendo, sob pena de retroagir e ser alvo de críticas de organismos internacionais, principalmente os que defendem a educação como fator primordial para o desenvolvimento e o bem estar de uma sociedade.
Por que eles não aprovam projetos de melhoria do ensino público? O grande problema do Brasil é não ter a educação como prioridade. Prioridade para o governo brasileiro são as politicagens rasteiras, mesquinhas e medíocres, onde não só negro e índio, como também brancos são entregues a própria sorte, no que se refere ao ensino elementar, a base para um bom ensino superior.
Vejamos então, o quanto à educação é fundamental para uma sociedade, pois se as próprias instituições de ensino do governo cumprisse a sua verdadeira função social de educar e conscientizar o negro, o índio e outras etnias, de que eles são iguais ou superiores aos brancos, e que podem ocupar as mesmas vagas nas universidades, os mesmos postos de trabalho e ganhar os mesmos salários, isso em nenhum momento é dito para eles, nem em forma de elevar a alta estima nas instituições oficiais as quais estão matriculados.
No entanto, isso se faz necessário, pois o Brasil já mais poderá exercer essa política educacional que vem exercendo, sob pena de retroagir e ser alvo de críticas de organismos internacionais, principalmente os que defendem a educação como fator primordial para o desenvolvimento e o bem estar de uma sociedade.

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